Verão e a histeria coletiva.
entremos no clima. só penso na vida ano que vem.
entremos no clima. só penso na vida ano que vem.
C. - 10:29 AM
Segunda-feira, Dezembro 18, 2006
Então eu já sabia.
Já sabia que o Natal se aproximaria e traria consigo toda aquela vida que cheira à rabanada e Roberto Carlos.
Sabia também que uma semana depois viria o reveillon. e as mandingas. e as roupas brancas. e as tentativas. e as promessas.
Já sabia que o quase inverno, descabido em dezembro, iria embora; e que em seu lugar o sol implacável chegaria forte, firme e indiscutível.
Então eu sabia.
Assim como sei que as coisas acontecem, as pessoas aparecem, permanecem temporariamente e perecem. simplesmente porque tem que ser assim. da minha parte, e de todo esse saber, queria que soubesse que foi bonito demais. e ponto. e pronto. e pontos.
E por tanto saber, sempre soube sobre essa impermanência que, embora incômoda, move tudo; e é por isso, então, que escrevo.
Já sabia que o Natal se aproximaria e traria consigo toda aquela vida que cheira à rabanada e Roberto Carlos.
Sabia também que uma semana depois viria o reveillon. e as mandingas. e as roupas brancas. e as tentativas. e as promessas.
Já sabia que o quase inverno, descabido em dezembro, iria embora; e que em seu lugar o sol implacável chegaria forte, firme e indiscutível.
Então eu sabia.
Assim como sei que as coisas acontecem, as pessoas aparecem, permanecem temporariamente e perecem. simplesmente porque tem que ser assim. da minha parte, e de todo esse saber, queria que soubesse que foi bonito demais. e ponto. e pronto. e pontos.
E por tanto saber, sempre soube sobre essa impermanência que, embora incômoda, move tudo; e é por isso, então, que escrevo.
